Novo módulo

O primeiro dinheiro dele, explicado por você

Mesada que cai sozinha, combinados que valem alguma coisa, e o dinheiro guardado rendendo numa tela que ele entende. Educação financeira que acontece no mês, não numa palestra.

“Guardar dinheiro é importante” não ensina ninguém

Juro composto é abstrato até o dia em que você vê o seu próprio dinheiro crescer sem fazer nada. É isso que a criança não tem: um lugar onde o dinheiro dela seja visível, tenha história e mude de tamanho sozinho.

O cofrinho de porcelana não rende. A conta no banco digital mostra um saldo, e nada mais. E a mesada em dinheiro some no bolso sem deixar rastro nenhum para conversar depois.

Três potes, e só um rende

A lição inteira do módulo está aqui — e ela não precisa ser dita em voz alta.

Gastar

O dinheiro do agora. Sai fácil, e não cresce. É onde cai a recompensa do combinado.

Guardar

rende

O que vira o sonho. Rende todo mês — com o seu aval — e tirar de lá também precisa da sua autorização. Em seis meses ele vê, sem ninguém explicar, que este pote cresceu e o outro não.

Doar

Opcional, desligado por padrão. Existe para as famílias que querem essa conversa.

Mover do Gastar para o Guardar é livre. O contrário pede a sua autorização — e é aí que nasce a conversa.

O que está pronto

Mesada que cai sozinha

Semanal, quinzenal ou mensal, dividida entre os potes na proporção que você escolher. Reajuste anual no aniversário, se quiser. A data é a do calendário de Brasília — mesada do dia 5 cai no dia 5.

Combinados com valor

Você cria a tarefa e o valor. Ele marca “fiz” e espera. Você aprova, e só então o dinheiro entra. Recusar pede um motivo, e o motivo aparece na tela dele — porque recusar em silêncio é o jeito mais rápido de a criança parar de tentar.

Juros que você aprova, e que ele consegue apontar

No primeiro dia do mês você recebe um aviso com o quanto o dinheiro dele rendeu, calculado sobre o saldo do último dia. Você confere a conta, libera com um toque, e só então o valor entra no cofrinho — nada sai do seu bolso sem o seu aval. A régua é sua: poupança, um percentual do CDI ou uma taxa fixa que você promete.

O sonho, com barra que enche

A bicicleta, o jogo, a viagem. A tela mostra quanto falta e — no modo completo — o que acontece se ele esperar mais um pouco antes de sacar.

Login só dele

Apelido e PIN sobre o código da sua família. Sem e-mail, sem senha para esquecer, sem “recuperar acesso”. Um cartão imprimível leva a credencial até ele.

Duas idades, duas telas

Criança de 7 e adolescente de 15 não usam a mesma tela. O modo simples esconde porcentagem; o completo mostra o rendimento em número. O padrão vem da idade, e você troca num toque.

Ele entra no app, não na sua vida financeira

A conta da criança enxerga uma coisa só: o dinheiro dela.

  • Ela não vê lançamento, cartão, conta, fatura, orçamento nem a carteira de investimentos da casa.
  • Ela não aparece como membro da família — o isolamento é regra do banco de dados, não da tela.
  • Ela não credita dinheiro para si mesma: marcar “fiz” cria um pedido, e quem decide é um adulto.
  • Ela não recebe os avisos da casa no celular. “Sua fatura vence amanhã” nunca chega no aparelho dela.
  • Um perfil pertence a uma única família, e isso é garantido pelo banco — não por código.
  • Cadastrar uma criança exige o seu consentimento registrado: quem aceitou, quando e qual texto.

Somado ao seu plano

O Cofrinho não é outra assinatura: ele entra como um item a mais na fatura que você já recebe. Até três filhos no mesmo valor, e a partir do quarto o app mostra o novo preço antes de você confirmar.

Aderindo no meio do mês, você paga só os dias que faltam — e esse valor aparece na tela antes do “confirmar”, não como surpresa na fatura.

Perguntas frequentes

Quanto custa?

É um add-on somado ao seu plano, na mesma fatura — não é outra assinatura. Aderindo no meio do mês, você paga só os dias que faltam até a renovação, e esse valor aparece na tela antes de você confirmar. Até três filhos entram no mesmo valor.

Preciso trocar de plano?

Não. O Cofrinho se soma a qualquer plano. Uma fatura, uma renovação.

O juro cai sozinho na conta do meu filho?

Não. No primeiro dia do mês você recebe um aviso com o valor, calculado sobre o saldo do último dia do mês, e ele só entra no cofrinho depois que você liberar. A conta aparece na tela — quanto estava guardado e qual a taxa — para você conferir antes de aprovar. Enquanto isso, seu filho vê que o dinheiro rendeu e está a caminho, sem cobrança nenhuma a você.

O dinheiro é de verdade?

O saldo é a promessa que você faz e cumpre. O app registra, divide, faz render e mostra — a entrega do dinheiro continua sendo entre vocês, do jeito que já é. Nada é debitado da sua conta sem você mandar.

E se meu filho crescer?

Ele vira membro da família com o próprio e-mail, e o que guardou vira uma meta de poupança no nome dele. O dinheiro não some, muda de lugar.

Posso cancelar só o Cofrinho?

Pode, e sem tocar no seu plano. O acesso vai até o fim do período já pago, e dá para voltar atrás até lá. Cancelar não apaga nada: o extrato e o saldo de cada criança continuam registrados.

Meu filho pode ver quanto eu ganho?

Não. Ele entra numa área separada que só tem o dinheiro dele. As contas da casa não existem para a conta dele — e isso é garantido no banco de dados, não escondido na tela.

A primeira mesada pode cair esta semana

Cadastre o apelido, escolha o valor e a frequência, imprima o cartão de acesso. Da criação ao primeiro login, leva menos que uma ida ao mercado.